domingo, 20 de março de 2011

# 11- Um dia de compras como se não houvesse amanhã


Provavelmente esta era a tarefa da lista mais desejada...pelo menos para mim!
A ideia de ter um dia só para mim, a ver coisas bonitas, a experimentar coisas ainda mais bonitas e a comprar coisas maravilhosas era de facto, um dia de grande expectativa.

Isto porque, eu falo, falo, falo, falo e ninguém me vê a comprar nada! Depois fico chateada, com certeza que fico chateada :)

Adoro roupa, gosto muito de moda, não é segredo para ninguém. Mas quem me conhece também sabe que tenho "a mão fechada", custa-me dar muito dinheiro por um trapinho (no meu léxico, "muito dinheiro" é o equivalente a uma quantia superior a 30 euros por peça de roupa) e é preciso encontrar de facto aquilo que quero para fazer compras. E se passar o budget, é esperar pelos saldos que é para isso que as reduções/promoções e outras nada complicações, de facto servem.

Mas hoje, com o pretexto de estar sozinha este fim-de-semana, fui dar um saltinho ao Colombo. Primeiro para ver peças decorativas para a minha sala (colegas de trabalho, não me matem, temos de ter uma decoração heterogénea, ok?). Não comprei nada, para já, porque o projecto de decoração da sala ainda está num estado muito embrionário, mas depois tinha aquelas outras lojas todas a olharem para mim... a Zara piscou-me o olho, a H&M flirtou, a Bimba&Lola quis-me seduzir mas eu fugi desta vez.

Então lembrei-me que tinha esta tarefa ingrata (!) para cumprir antes dos 30. Não me estiquei... a parte do "como se não houvesse amanhã" pode ter ficado para outras núpcias, mas sempre fiz um refresh ao meu PAX (hã, colegas de trabalho, contentes comigo de novo?) com umas pecinhas bem fresquinhas e interessantes para confraternizarem com as outras que por cá vivem há mais tempo.

Comecemos pela surpresa do dia: Pimkie! Nunca pensei que um ser com mais de 16 anos conseguisse encontrar alguma coisa para vestir na Pimkie, mas enganei-me. Se procurarmos com algum afinco (a loja está mesmo concebida para criar coordenados para adolescentes, por isso temos mesmo de procurar), talvez possamos encontrar uma ou outra surpresa, como esta:


Calças vermelhas, 12€
São giras que se fartam, o corte é impecável e o preço...nem queria acreditar, até olhei duas vezes para a etiqueta...


Depois, fui à Springfield e comprei este vestidinho amoroso e bem fresquinho para a estação que se avizinha:

Pareço eu, não é? Mas é mesmo uma foto do site.

Depois dei um saltinho na Pull&Bear:




A foto não lhe faz justiça. É mesmo giro, parece que vou jogar ténis com uma raquete de madeira, nos anos 40.

E fiz uma passagem breve pela H&M (não consegui encontrar fotos ilustrativas)

Não enlouqueci nem me endividei. Mas foi uma manhã bem passada, e agora estou desertinha que chegue o Verão para poder começar a dar uso às minhas novas aquisições.

Muito obrigada por me "lerem". Este obrigado vai especialmente para os meus fabulosos 9 seguidores!!

sábado, 19 de março de 2011

#10- Cantar e dançar uma música todos os dias

Gosto muito de cantar (sozinha ou para um público muito específico e reservado). Mas não foi por essa a razão que coloquei esta tarefa na minha lista.

Há muitos muitos anos (quando andava a escrever as 20 coisinhas para fazer antes dos 20 - blog não publicado, escusem de procurar), fui a uma consulta de macrobiótica com o Francisco Varatojo, que me disse coisas muito interessantes. Disse-me que tinha mãos de pianista (eu sabia que o pianinho de brincar que eu tinha quando era pequena poderia ter sido um passaporte para uma carreira musical) e que, para além de uma dieta/alimentação cuidada, deveria cantar uma canção feliz todos os dias. Não cumpri (nem com a dieta nem com a canção) mas nunca mais me esqueci disto. E sei que se cumprisse talvez fosse uma pessoa ainda mais bem disposta, menos ansiosa, e foi por isso que coloquei a tarefa na lista para a nova década.

Não digo que estou a cumprir religiosamente cantando todos os dias, mas é quase certo cantarolar a ouvir a Rádio Comercial todas as manhãs a caminho do trabalho, ou quando ligo o Ipod, ou quando roubo a Playstation do meu rapaz para jogar ao Singstar (sou fantástica a cantar a música Super Trouper e a Delilah, God knows why!).

Para os dias em que me zanguei, me deprimi, me chateei, e não cantei, tirei a desforra este fim-de-semana. Ontem vi a última temporada do Glee toda de seguida e hoje agarrei-me ao singstar como se não houvesse amanhã.

E a verdade é que faz mesmo bem cantar. Dá energia, anima, rejuvenesce (esta última, muito importante para quem vai ter 30 anos em breve e já começa a ver alguns sinais desta mudança)

Cantem comigo e muito obrigada por me acompanharem,



#17 - Passar a ferro como deve ser


Para as feministas que ficaram absolutamente chocadas com este pequeno item na minha lista, por favor não entendam esta necessidade de passar a ferro como deve ser como uma vontade de regressar aos anos 50 e ter como profissão: Dona de Casa. Não, nada disso (mesmo!).

A verdade é que pedir ajuda externa (vulgo 5 a sec) é muito caro, e por isso, foi preciso colocar mãos à obra.

Então, lá me muni de todos os argumentos possíveis para tornar esta tarefa mais aprazível:

1. Há quem goste de o fazer (não consigo perceber, deve ser alguma falha num dos lados do cérebro...)

2. Com o dinheiro que poupo em lavandaria, ganho dinheiro para novos trapinhos (grande mantra)

3. Há quem considere que passar a ferro pode ser uma forma de meditação (eu acho que é mais uma forma de ganhar varizes...)

Com todos estes argumentos fortíssimos, adicionei outros argumentos de algumas amigas face ao tema:

- "Como é que é possível não saberes passar a ferro!"
- "O segredo está no vapor"
- "Se tiveres um ferro p'ra cima de caro, vais ter um resultado espectacular"

E apercebi-me que passar a ferro me lembra aquilo que os antigos marinheiros e descobridores tinham: Saber de Experiência Feito. Nada como praticar, praticar, praticar.

Não sou uma profissional, mas o número de vincos que ficam na roupa quando a vestimos têm vindo a reduzir a olhos vistos. As camisas do meu rapaz são o grande desafio... mas nada como começar pelo colarinho, punhos e mangas, laterais e costas...Impecável (agora senti-me um pouco uma daquelas esposas do MadMen)

Mas continuo a comprar roupa que sei que vai ser fácil passar a ferro... só porque já sei passar a ferro não quer dizer que tenha de gostar!

E agora, um pequeno momento ilustrativo da tarefa:





sábado, 5 de fevereiro de 2011

A la Vidal Sassoon: 2 em 1


Tenho dois pontos da minha lista que convergem entre si: o nº 3 (Aprender mais sobre Decoração de Interiores) e o n.º14 (Fazer o projecto de decoração da minha casa).
A verdade é que este é um dos temas que mais me tem apaixonado nos últimos tempos. Tirando a necessidade profissional de saber mais e mais sobre esta área, a verdade é que a decoração tem assumido um papel muito importante para mim.

Nunca foi algo que fizesse parte do meu ADN desde cedo. Toda a gente que me conhece sabe que um vestidinho ou uma boa mala tiram-me muito mais do sério. Ou tiravam.
Em pequena a minha relação com a decoração de interiores passava por escolher peças com a minha mãe para o meu enxoval, para a que seria a minha casa passados uns 15 ou 20 anos.
Tarefa fácil já que não fazia ideia de onde seria essa casa, quais as minhas cores favoritas em adulta (na altura, plenos anos 80 e 90, estavam na moda os padrões gráficos com quadrados, bolas e tudo o que uma árvore de Natal quiser), as dimensões da cama, as cores dos azulejos da casa-de-banho... Mas hoje tem muita piada colocar as coisas que a minha mãe guardava naquelas arcas de madeira que já não existem em mais lado nenhum, "a uso", e a conviverem com a minha casa-de-banho renovada e os panos de cozinha com aqueles piquets em linha de renda na minha cozinha com azulejos de 1970.

Basta usar-se as duas palavras "vintage" e "eclético", e todos acham fantástico. Hoje em dia até o "kitch" é bem aceite, já que pode ser um statement intelectualóide ou uma afirmação de um estilo de vida hiper mega hip.

Mas estes items da minha lista não estão relacionados com qualquer objectivo de me tornar uma decoradora de interiores profissional, nada disso. Quero é conseguir entender a disciplina de uma maneira que me permita olhar para a minha casa (e para a dos outros, que dá sempre jeito) e dar-lhes uma perspectiva diferente, um toque diferente, ou então não, algo igual para todos mas com estilo, ou com graça, ou que transmita um sentimento de pertença.

Comecei com trabalho de casa. Ler revistas de decoração até mais não. As portuguesas porque são práticas e inspiradoras, as escandinavas porque são maravilhosas, e todos os blogs americanos que são geniais.
Depois olhei para a minha casa. Olhei outra vez. Outra vez. E não vi nada, só pensava em mudar-me dali. Mas sabia que apesar da minha casa não ter as dimensões ideais, a localização ideal e basicamente só o preço foi ideal, sabia que ela tinha uma coisa que as outras casas novas, grandes e extremamente caras não tinham: personalidade. Esta casa tem uma alma vivida, não sei explicar bem porquê. Mas já viveram por cá umas 2 famílias e muitos professores todos os anos, por isso sei que esta casa já ouviu gargalhadas, choros e berros, correrias, muitas leituras, muita música... e isso dá alma a uma casa. O que vale é que as imobiliárias ainda não pegaram nisto!
A minha casa não faz parte de uma urbanização. Não tem estores eléctricos mas tem janelas de madeira. Não tem chão flutuante, tem chão parquet de madeira. Não tenho garagem mas tenho 2 despensas (uma delas para sapatos). A minha casa não está dividida entre área de dormir e área social: basta entrar em casa e ter uma perspectiva de 360 graus de todas as divisões.

Mas, passando à decoração. Quando a comprámos, mobilámos e não decorámos, ou seja, enchemos a casa com mobiliário que achávamos que precisávamos, escolhemos as gamas que podíamos comprar na altura, tentámos respeitar os gostos um do outro (apesar de todos sabermos que nestas coisas, quem tem última palavra é quem veste as calças de cintura descaída da casa).
A casa ficou mobilada, mas conseguimos que a alma desaparecesse com a quantidade de móveis e com o facto de não termos reflectido bem sobre o que queríamos como projecto de decoração da nossa casa. Mas no fundo, acho que toda a gente acaba por cometer este erro. Ou se calhar não foi um erro, foi uma experiência.

Mas nos últimos anos, acabei por ganhar um gosto especial por casas, por estas almas ou personalidades que cada uma tem. E decidi recomeçar o projecto de decoração da minha casa.
A casa-de-banho foi a primeira muito necessária divisão. A que se seguiu foi o nosso quarto.
Vendemos a mobília no Leilões.net, e, apesar deste mini-projecto ainda não estar concluído, é com orgulho que vos mostro um pouco do meu paraíso na terra:


Tcharam! Eu acho que está bem bonito, mas digam-me vocês! A inspiração foi baseada nos quartos de hotel maravilhosos que têm sempre umas cabeceiras de cama fantásticas e confortáveis. O estilo tornou-se um pouco mais clássico do que o que esperávamos, já que sempre nos considerámos muito modernos em termos de gosto. Mas a verdade é que nos sentimos bastante confortáveis e "em casa" com este estilo, o que acabou por resultar muito bem. Mantivemos a cor da parede que escolhemos há 5 anos atrás, mas optámos por mobiliário todo branco, que transmite mais luminosidade e maior sensação de espaço.
No topo da cabeceira ainda faltam colocar (e encontrar) 3 molduras prateadas, com fotos nossas a preto e branco. De resto, não vão ser muitas as alterações nos próximos tempos.
Mas reparem lá no propping desta foto...com o saquinho da Lola aqui no cantinho...


Não tenho mesa de cabeceira do meu lado (lá está: personalidade da casa superior a uma grande dimensão), mas coloquei a cómoda, que me dá um apoio ainda maior para colocar as velas, as revistas, os cremes e vernizes, enfim...
Os objectos que escolhi para aqui têm tudo a ver comigo: as bailarinas de Degas (recalcamento pessoal), uma fotografia muito simbólica tirada no jardim de Vila Franca de Xira (é só atravessar a estrada e estou lá), uma peça lindíssima que comprei num Bazar de artigos em 2.ª mão e que me custou 10 euros, as minhas velas (imprescindível) e um rolo de papel de parede pelo qual me apaixonei há um ano atrás e que embirrei que um dia o iria utilizar para forrar uma cómoda (se não tivesse vendido a cómoda, poderia passar já à próxima da lista: alterar um móvel). Como ainda não o utilizei para nada, mas adoro vê-lo assim ao lado dos outros elementos, deixá-lo estar.

Estas caixinhas são geniais e estão dentro da BILLY da IKEA que serve de móvel de TV no quarto. Lá dentro tenho todas as coisas feias que ficam mal em qualquer lado, mas que não podemos viver sem elas vulgo, medicamentos, carregadores de telemóveis, cartas importantes, you name it. Cada coisa na sua caixinha para não haver cá confusões.


Mas por falar em caixinhas...esta é a minha favorita. Chama-se PAX, é um caixotinho lindo, onde os meus trapinhos dormem bem felizes, sem apertos. Também gosto muito do candeeiro, que consegue manter o estilo retro, como se tivesse parado no tempo.

Este é o armário. Não dão nada por ele, pois não? Pois, vão-se arrepender, até porque já não está à venda. VINSTRA és minha! Vamos dar uma olhadela aos interiores...

Ah pois é! As portas abrem-se e tenho espelhos em todas as direcções. E depois todo um mundo de gavetinhas para explorar, prateleiras em vidro...espreitem mais um bocadinho...

ele é gavetinha para as pulseiras...

ele é gavetinha para os batôns, que eles não se dão com o resto da maquilhagem :)...


e os perfumes assim já conseguem conviver em harmonia uns com os outros!

No geral é isto. E gosto muito disto tudo.

Este foi o quarto, agora ando muito concentrada na sala. Nos próximos 6 meses vou ter novidades. Até lá, já encomendei novos livros maravilhosos para me inspirarem ainda mais.
Espero que tenham gostado. Comentem este post, para que eu também possa aprender convosco.

Os deadlines começam a pedir dinâmica...


Pois. Eu sou assim. Tive a ideia de criar esta lista porque achava que precisava retomar as rédeas do meu dia-a-dia. Uma espécie de homenagem ao livre arbítrio. E que bem que o fiz! Os primeiros 3 meses foram cheios de entusiasmo, planos e as primeiras concretizações.

Mas depois... entre os acontecimentos do destino (vulgo, preguiça, pretextos para não mexer uma palha, o frio, o calor, o Natal, o trabalho (desculpa muito esfarrapada, que começa a cair em desuso), fiquei por uns meses muito mais fascinada em deitar-me no sofá e ver anúncios da Evax e muito pouca vontade de deitar mãos à obra.

Mas esta semana lembrei-me de fazer contas de cabeça (no meu caso, uma actividade extremamente perigosa), e a minha consciência disse-me com toda a sua voz: "Tens 6 meses para mexeres esse rabo e cumprires com as tarefas da tua listinha. Não és mulher não és nada!" Claro que o segundo argumento não mexeu muito comigo, mas o primeiro, o de mexer o rabo, foi um "Ahah moment" da Oprah. Fez-se luz, vi o túnel e aqui estou novamente.

Fiz um balanço das tarefas superadas a 100%, as assim assim e as que gostava de convencer-me a mim própria que já estão, mas não estão mesmo nada, e comunico então aos meus fiéis 7 seguidores assumidos (e os 10 ou 12 de invejosas que não se assumem mas que visitam o blog à mesma), que THE GAME IS ON!!

E de hoje não passa mais uma tarefa superada...
Obrigada por acreditarem ;)




quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

4- Descobrir a cor de base ideal para a minha pele...e já agora, o baton, e o blush..


1 de Dezembro. Já tenho 29 anos há 5 meses, o que significa que tenho 7 meses para cumprir com a minha lista.. EU VOU tentar CONSEGUIR!

Esta semana tive um pensamento assustador. Estava a pensar como foi aos 13 anos que as minhas borbulhas apareceram e que já passaram alguns anos desde os 13. Mas completamente sem raciocinar e fazer contas de cabeça de quantos anos já passaram, na minha cabeça eram para aí uns 7 anos...quando parei e fiz de facto as contas entrei em choque...já passaram 16 anos! O tempo de voltar a nascer, ter 13 anos outra vez e ter ainda mais borbulhas por já ter 16...

Confesso que fiquei um pouco chocada..tanto pela minha incapacidade crónica em fazer contas de cabeça rapidamente, como também (e principalmente) por já ter passado tanto tempo e não ter dado por isso...

Depois lembrei-me deste blog e do quanto me tem ajudado a sentir que tenho controlo sobre a minha vida e sobre as coisas que mais amo. E apercebi-me que já não escrevia desde Outubro.

E não é que já tenho mais um item da lista para riscar?
Não, o conto ainda só tem uma linha e o 1.º livro da trilogia do milénio vai comigo para a Suécia no dia 13.
O que vos conto hoje está relacionado com a minha descoberta da cor de base ideal para a minha pele!

Este era um drama que já vivia desde os meus 20 anos (há 9 anos atrás...estou a começar a ser mais rápida nisto das contas). Aos 20 a nossa pele já não irradia uma beleza espectacular. As olheiras já se notam, as borbulhas não desaparecem e sentimos que necessitamos de uma ajuda da ciência.

Aos 29, sem base, parece que estamos doentes todos os dias...os comentários com base são: "Estás fantástica". Sem base: "Andas cansada, não andas? Muito trabalho? Tens dormido? Tens comido?"
Sim, estou óptima, aliás, sinto-me muito bem (excepto quando a minha colite se lembra que existo), mas de facto a minha cor não é mais fantástica. Corrijo...a minha cor não era a mais fantástica.

E foi no passado sábado que conheci através de uma grande amiga, a Perfumes e Companhia do Colombo. Mais propriamente a Sandrinha, conselheira da Clinique da Perfumes e Companhia do Colombo. Que olhou para mim e viu o que nunca ninguém tinha visto e que me deu conselhos que nunca ninguém tinha dado. Não vou contar todos, que sou rapariga e as raparigas têm de ser misteriosas e não partilhar todos os segredos de beleza com as outras invejosas...

Só vos conto (para já...) que descobri a minha cor de base...Tem a tonalidade Ivory Fresh (que bonito!), é a n.º 2 e faz parte da gama da Clinique para as borbulhentas hormonais como eu.
Uma base que não me faz sentir que estou a derreter e que ainda por cima me trata as borbulhas!

descobri o céu! e risco mais uma tarefa da minha lista.
Volto em breve, prometo!


sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Escrever um conto usando 3 palavras aleatórias


Já não escrevo por prazer há alguns anos.
Lembro-me que, a partir do momento em que comecei a escrever composições na escola primária, sentia que era algo mágico, escrever o que se sente cá dentro.
Participei nos concursos de poesia, nas redacções livres, escrevi muitos diários e cartas para amigas e de repente, deixei de escrever. Não consigo explicar porquê, mas talvez porque escrever é uma forma de transmitir o que sentimos e existem alturas em que queremos esquecer aquilo que sentimos. Esta foi também uma das razões que me fez criar este blog.

E como tinha recebido este desafio de escrever um conto usando 3 palavras aleatórias (obrigada, Nuno!), conto com a vossa ajuda na escolha destas palavrinhas!
Sugiram o que quiserem e vou tentar corresponder com uma boa história.